Compreender profundamente os patriarcas bíblicos revela padrões divinos eternos sobre aliança, obediência e consequências de escolhas espirituais. A transição de Noé para Abraão marca mudança dispensacional crucial onde Deus estabelece fundamentos para nação através da qual viria o Messias. Neste curso de Pentateuco, exploraremos dispensações bíblicas, origem da idolatria através de Nimrod, chamado de Abraão, contraste entre Abraão e Ló, e advertências proféticas de Jesus sobre últimos dias.
O livro de Gênesis não apenas registra história antiga, mas estabelece princípios eternos aplicáveis a cada geração. Os paralelos entre dias de Ló e nossa época atual são inegáveis e urgentes.

Esclarecimento sobre Gigantes e Possessão Demoníaca
Antes de prosseguir, importante esclarecer interpretação de Gênesis 6 sobre “filhos de Deus” e “filhas dos homens” que geraram gigantes.
Deus é Deus de princípios que não viola. Para criança nascer, requer relacionamento físico entre homem e mulher – não entre ser celestial e humano. Anjos não possuem capacidade de reprodução física com humanos.
Três Esferas de Ataque Demoníaco
Demônios operam em três dimensões da existência humana:
Ataque Espiritual: Possessão ou opressão espiritual que aprisiona pessoas em cativeiro demoníaco.
Ataque na Alma: Bombardeio mental com pensamentos destrutivos, como visto na tentação prolongada de Eva. Opressão emocional e psicológica.
Ataque Físico: Enfermidades e sofrimentos físicos causados por influência demoníaca.
Porém, relacionamento físico reprodutivo entre demônios e humanos viola princípios divinos e é impossível.
A Realidade da Cultura Demonizada
Gênesis 6 descreve cultura completamente saturada por possessão demoníaca. “Filhos de Deus” refere-se a homens que conheceram verdade mas se afastaram, tornando-se totalmente possuídos. “Filhas dos homens” eram mulheres igualmente demonizadas.
Uniões entre pessoas completamente possuídas produziram gerações criadas distantes de Deus, sob opressão extrema desde nascimento. “Gigantes” podem referir-se parcialmente a estatura física, mas primariamente designam culturas inteiramente demonizadas.
Jebuseus, cananeus, heveus e outros povos “eus” que Israel enfrentou descendiam destas linhagens saturadas de práticas demonizadas.
Paralelo com Realidade Contemporânea
Satanismo não é fantasia, mas realidade inegável moderna. Existem:
- Rituais satânicos documentados
- Bíblia satânica amplamente disponível
- Sacerdotes demonizados praticando rituais
- Mulheres possuídas engravidando através de rituais
- Sacrifícios humanos de bebês nascidos destas uniões
Esta dinâmica operava pré-dilúvio em escala massiva, levando sociedade ao nível mais baixo de depravação moral e espiritual possível.
As Dispensações em Gênesis – Êxodo
Gênesis abrange cinco dispensações – períodos distintos onde Deus testa humanidade sob condições específicas:
Dispensação da Inocência: Da criação até o pecado. Adão e Eva viveram em perfeição edênica até desobediência.
Dispensação da Consciência: De Gênesis 3 até o dilúvio. Humanidade guiada por consciência do bem e mal, resultando em corrupção progressiva.
Dispensação do Governo Humano: Do dilúvio até Abraão. Após juízo, Deus estabeleceu governo humano com Noé.
Dispensação Patriarcal: De Abraão até Moisés. Deus trabalhou através de patriarcas para estabelecer nação escolhida.
Dispensação da Lei: Começa em Êxodo quando Deus entrega Lei a Moisés no Sinai.
Compreender estas dispensações ilumina métodos progressivos pelos quais Deus testou e revelou-Se à humanidade.

A Aliança com Noé: Sinal do Arco-Íris
Quando águas do dilúvio secaram, Noé desceu da arca para mundo purificado. Deus estabeleceu nova aliança com renovados elementos característicos.
O Arco-Íris: Símbolo Celestial na Terra
O sinal desta aliança foi arco-íris – fenômeno que permanece até hoje como lembrança de promessa divina.
Significativamente, Apocalipse revela que trono de Deus é circundado por arco-íris verde. Deus trouxe para terra símbolo existente no céu, conectando reino celestial com terrestre através de aliança.
Este padrão repete-se através das Escrituras: Deus traz recursos celestiais para beneficiar parceiros terrestres de aliança.
Dinâmica de Toda Aliança
Alianças sempre envolvem partes com recursos desiguais. Uma possui mais para oferecer; outra necessita desesperadamente.
Davi e Jônatas exemplificam isto. Jônatas, príncipe real, possuía riquezas e armamentos. Davi possuía unção guerreira e valentia. Ambos beneficiaram-se mutuamente.
Na aliança entre Deus e humanidade, desproporção é infinita. Deus oferece tudo; nós oferecemos apenas coração e amor. Ele disponibiliza:
- Exército angelical trabalhando a nosso favor
- Força celestial sobrenatural
- Glória manifesta
- Justiça imputada
- Proteção divina
Somos beneficiários supremos desta aliança estabelecida através de sangue de Cristo.
O Pecado de Noé e Poder da Maldição
Após descer da arca, Noé plantou vinha, produziu vinho e embriagou-se. Este lapso trouxe consequências duradouras para descendentes.

Respostas Distintas dos Filhos
Quando Noé jazia embriagado e nu, três filhos responderam diferentemente:
Sem e Jafé: Cobriram nudez do pai respeitosamente, andando de costas para não vê-lo.
Cão: Viu nudez do pai e revelou publicamente, demonstrando desrespeito.
Poder da Palavra: Bênção e Maldição
Noé pronunciou maldição sobre descendência de Cão, especialmente sobre neto Canaã. Esta maldição produziu efeitos através de gerações.
Palavras possuem poder criativo ou destrutivo extraordinário. Bênçãos paternais e maldições pronunciadas afetam descendentes de formas mensuráveis.
Formação dos Povos
Desta divisão surgiram agrupamentos étnicos:
Jafé: Povos europeus Sem: Povos orientais (semitas – termo derivado de Sem) Cão: Povos africanos
Continentes começaram povoar-se enquanto Deus preparava palco para cumprimento de plano redentor abençoando todas as nações.

Nimrod: Primeiro Anticristo
Gênesis 10 introduz figura sinistra que estabeleceu padrão para todo governo anticristão subsequente.
Descrição Bíblica
“Cuxe gerou a Nimrod, o qual começou a ser poderoso na terra. Foi valente caçador diante do Senhor” (Gênesis 10:8-9).
A tradução “diante do Senhor” é infeliz. O hebraico original indica “contra o Senhor” – Nimrod estabeleceu governo em oposição direta a Deus.
Ele governou Babel (Babilônia), nome significando “confusão”. Seu reino representava mundo contra Deus, sistema onde princípios divinos são sistematicamente violados.
Raiz da Idolatria: Semíramis
Quando Nimrod morreu, sua mãe Semíramis amava poder tanto quanto filho. Recusando perder influência, proclamou que Nimrod não morrera, mas reencarnaria.
Ela engravidou (por outro homem) e declarou estar grávida de Nimrod reencarnado. Quando bebê nasceu, apresentou-o como Nimrod retornado.
Multidões adoraram esta criança. Colocavam oferendas sob árvore dedicada à criança-deus. Semíramis com bebê nos braços tornou-se objeto de adoração.
Esta é raiz histórica de idolatria mariana e todas as formas de adoração a deusa-mãe através de culturas antigas.
A Torre de Babel: Rebelião Coletiva
Sob influência de Nimrod, humanidade uniu-se em projeto audacioso de rebelião.
Ziggurats: Escadas para Deuses
Cultura babilônica construía estruturas chamadas ziggurats – edificações piramidais onde acreditavam que deuses desciam para receber oferendas.
O conceito era bidirecional: homens subiam oferecendo sacrifícios; deuses desciam aceitando adoração.

Ambição de Tornar-se Deuses
Não satisfeitos com adorar deuses, homens ambicionaram mais: “Edifiquemos para nós uma cidade e uma torre cujo topo chegue até os céus, e tornemos célebre nosso nome” (Gênesis 11:4).
Almejavam não apenas adorar, mas ser adorados. Queriam ascender à divindade – mesmo princípio que motivou queda de Lúcifer.
Isaías 14 registra cinco declarações arrogantes de Satanás começando com “Eu subirei”. Ele desejou adoração reservada exclusivamente ao Criador.
Projeto Fadado ao Fracasso
O ziggurat de Babel era construído com tijolos – blocos uniformes padronizados. Este método simboliza tentativa humana de criar igualdade artificial.
Deus, porém, edifica com pedras individuais de formatos únicos que se encaixam perfeitamente. Cada pessoa é trabalhada individualmente, depois integrada no edifício divino.
Projetos humanos baseados em padronização forçada sempre falham. Deus valoriza diversidade dentro de unidade.
Confusão de Línguas
Quando Deus viu rebelião atingindo níveis comparáveis à de Satanás no céu, interveio introduzindo confusão linguística.
Até então, humanidade falava idioma único. Subitamente, grupos diferentes passaram falar línguas distintas, impossibilitando comunicação.
O projeto desmoronou. Pessoas dispersaram-se por grupos linguísticos, formando nações distintas. Esta foi origem soberana das nações como as conhecemos.

O Chamado de Abraão: Início da Dispensação Patriarcal
Após dispersão de Babel, Deus selecionou um homem para iniciar plano redentor específico: Abraão.
Revelação em Meio à Idolatria
Abraão morava na Mesopotâmia, região saturada de idolatria e adoração a ziggurats. Sua família adorava ídolos.
Em meio a trevas espirituais, Deus revelou-Se como único Deus verdadeiro. Esta revelação deve ter sido extraordinária – como alguém imerso em politeísmo reconhece subitamente monoteísmo?
Paralelo Contemporâneo
Atualmente, Deus revela-Se sobrenaturalmente a muçulmanos e judeus através de sonhos e visões. Relatos abundam de encontros diretos com Jesus que resultam em conversões radicais.
Um jovem muçulmano africano teve sonho tão real que acordou convencido de que família inteira vira Jesus. Começou proclamando fé em Messias, apenas para descobrir que apenas ele recebera revelação.
Foi expulso de família, espancado e teve que fugir para outro país. Mas a realidade do encontro sustentou-o através de perseguição.
Rabinos judeus estão recebendo visões de Jesus, reconhecendo-O como Messias prometido. Esta multiplicação de revelações sobrenaturais indica proximidade dos últimos dias.
Resposta Incompleta Inicial
Deus instruiu Abraão: “Sai da tua parentela… para terra que te mostrarei”. Porém, Abraão inicialmente desobedeceu parcialmente.
Levou sobrinho Ló, contrariando instrução divina de separar-se de parentela. Esta desobediência trouxe complicações futuras.
Também parou em Harã por causa de família, retardando cumprimento pleno da promessa. Somente após morte do pai, Terá, Abraão prosseguiu completamente.

Dinâmica Familiar Complexa
Compreender família de Abraão requer conhecimento de costumes antigos. Terá teve três filhos: Abraão, Naor e Harã.
Harã morreu prematuramente e tragicamente, marcando família profundamente. Cidade onde pararam recebeu seu nome: Harã.
Segundo costume da época, quando filho morria, pai adotava netos como filhos próprios. Assim, filhos de Harã (incluindo Ló e Iscá) tornaram-se legalmente filhos de Terá.
Iscá era outro nome de Sara. Portanto, quando Abraão disse que Sara era “irmã”, tecnicamente não mentiu – ela era irmã adotiva através deste costume.
Ló não era mero sobrinho para Abraão, mas irmão adotivo. Esta proximidade explica relutância de Abraão em separar-se dele.
Abraão e Ló: Dois Caminhos Divergentes
A separação entre Abraão e Ló ilustra consequências de escolhas espirituais opostas.
Prosperidade Compartilhada
Inicialmente, ambos prosperaram sob bênção divina sobre Abraão. Rebanhos multiplicaram-se. Riquezas aumentaram.
Porém, prosperidade revelou incompatibilidade espiritual fundamental. Não falavam mais mesma linguagem espiritual.
A Separação
Conflitos entre pastores forçaram decisão. Abraão, generosamente, ofereceu a Ló primeira escolha de território.
Ló olhou para planície bem regada de Sodoma e Gomorra – próspera, fértil, semelhante ao Egito. Escolheu baseado em aparências materiais, ignorando condição espiritual da região.

Processo Gradual de Comprometimento
Gênesis descreve progressão sutil:
- “Armou tendas até perto de Sodoma”
- Depois morava em Sodoma
- Finalmente tinha residência permanente e posição política em Sodoma
Nada acontece instantaneamente. Comprometimento espiritual ocorre gradualmente através de pequenas concessões acumulativas.
Abraão em Manre: Força Crescente
Enquanto Ló comprometia-se, Abraão dirigiu-se para Manre – nome significando “força”.
Ali adorava em altares que construiu. Preparou 318 homens treinados. Fortaleceu-se espiritualmente. Aprofundou relacionamento com Deus.
Cada escolha leva a trajetórias radicalmente diferentes. Abraão crescia em força; Ló enfraquecia espiritualmente.
A Casa de Ló: Família Disfuncional
Quando examinamos família de Ló em Sodoma, encontramos disfunção em múltiplas camadas:
Esposa Dominadora: Controlava decisões familiares, priorizando valores materiais.
Pai Passivo: Ló permitiu deterioração espiritual sem resistência significativa.
Casamentos Comprometidos: Filhas noivaram com homens de Sodoma – ímpios sem princípios divinos.
Valores Invertidos: Apego a possessões superava lealdade a Deus.
Antes de juízo divino destruir Sodoma, família já estava espiritualmente destruída. Trevas apenas consumaram colapso já ocorrido internamente.
Jesus e os Dias de Ló
Lucas 17 registra advertência profética crucial: “Como foi nos dias de Ló, assim será na vinda do Filho do Homem”.
Jesus deliberadamente dirigiu atenção a Gênesis, instruindo examinar cuidadosamente condições precedendo destruição de Sodoma.

Paralelos Inegáveis com Nossa Época
Perversão Sexual Normalizada: Sodoma caracterizava-se por imoralidade extrema. Homens tentaram estuprar anjos visitantes. Nossa época testemunha normalização de perversões antes inimagináveis.
Violência Desenfreada: Agressão dominava sociedade. Atualmente, violência atinge níveis sem precedentes.
Famílias Destruídas: Estrutura familiar desintegrou-se em Sodoma. Hoje, divórcio, abandono e disfunção são epidêmicos.
Materialismo Dominante: Ló e família priorizavam possessões sobre princípios. Consumismo contemporâneo é religião não declarada de multidões.
Surdez Espiritual: Advertências foram ignoradas. Genros de Ló zombaram quando avisados. Sociedade atual ridiculariza mensagens proféticas.
Abraão: Amigo de Aliança
Gênesis 18 revela profundidade extraordinária de relacionamento entre Deus e Abraão.
“Disse o Senhor: Ocultarei a Abraão o que estou para fazer?” (Gênesis 18:17).
Esta pergunta retórica revela princípio de aliança: amigos de aliança não escondem nada um do outro. Compartilham tudo.
Intercessão Poderosa
Quando Deus revelou intenção de destruir Sodoma, Abraão intercedeu:
- “E se houver cinquenta justos?”
- “E se quarenta?”
- Continuou até dez justos
Deus concordou que não destruiria se encontrasse dez justos. Tragicamente, nem dez foram encontrados.
O Homem que Desistiu Cedo
Abraão parou em dez. Não continuou barganhando. Quando silenciou, “Deus se afastou”.
Princípio profundo: Deus não para intercessão – nós paramos. Limites de intercessão são estabelecidos por nossa falta de persistência, não por indisposição divina.
A Proteção Divina: Porta Fechada por Anjos
Quando anjos entraram em Sodoma para resgatar Ló, homens perversos cercaram casa exigindo acesso aos visitantes.

Proposta Horrenda de Ló
Princípios comprometidos de Ló manifestaram-se chocantemente: ofereceu filhas virgens para multidão pervertida em lugar dos anjos.
Valores estavam completamente invertidos. Ele ainda reconhecia presença celestial (demonstrando algum discernimento residual), mas estava disposto a sacrificar filhas.
Intervenção Angelical
Anjos puxaram Ló para dentro e fecharam a porta. Imediatamente feriram atacantes com cegueira sobrenatural.
Homens tateavam procurando entrada, mas não a encontravam. Porta selada por anjos tornou-se intransponível.
Princípio de Proteção Familiar
Este episódio estabelece verdade eterna: quando Deus fecha porta de nossa casa através de intercessão, inimigos são feridos de cegueira espiritual.
Influências destrutivas que saturam sociedade não penetram lares protegidos por oração. Anjos guardam entradas seladas por clamor intercessório.
Na arca, Deus fechou porta contra águas diluvianas. Na casa de Ló, anjos fecharam porta contra hordas pervertidas. Em nossos lares, El Shaddai – Guardião das Portas – sela entradas contra ataques espirituais.
Aplicação para Últimos Dias
Jesus não mencionou Ló e Noé casualmente. Deliberadamente alertou que última geração experimentaria condições similares.
Sinais Inegáveis
- Corrupção moral extrema – normalização de pecados antes inimagináveis
- Violência crescente – homicídios, terrorismo, guerras
- Destruição familiar – divórcios, abandono, disfunção
- Materialismo idólatra – consumismo como religião
- Surdez espiritual – zombaria de advertências proféticas
- Natureza descontrolada – desastres climáticos sem precedentes
Dois Caminhos Disponíveis
Como nos dias de Ló e Abraão, duas trajetórias existem:
Caminho de Ló: Comprometimento gradual com mundo, priorizando prosperidade material sobre santidade, terminando em destruição.
Caminho de Abraão: Separação para Deus, adoração consistente, fortalecimento espiritual progressivo, proteção divina garantida.
Urgência do Momento
Vivemos literalmente nos dias sobre os quais Jesus advertiu. Juízo aproxima-se. Questão crucial: estaremos entre os resgatados como Ló (embora por muito pouco), ou fortalecidos como Abraão?
Conclusão
O estudo dos patriarcas revela padrões eternos de aliança, obediência e consequências de escolhas. Dispensações marcam métodos progressivos pelos quais Deus testou humanidade.
Nimrod estabeleceu protótipo de governo anticristão que culminará no Anticristo final. Babel demonstrou futilidade de projetos humanos contra Deus.
Abraão exemplifica resposta correta ao chamado divino – separação do mundo, adoração consistente, crescimento em força espiritual. Ló ilustra perigos de comprometimento gradual que termina em desastre.
A advertência de Jesus sobre dias de Ló não é histórica, mas profética. Nossa geração manifesta sinais idênticos precedendo juízo. Famílias são atacadas. Perversão é normalizada. Materialismo domina.
Porém, princípios de proteção estabelecidos em Gênesis permanecem válidos. Quando clamamos, El Shaddai fecha portas de nossos lares. Anjos ferem inimigos de cegueira. Influências destrutivas não penetram lares guardados por intercessão.
Escolha é nossa: caminho de Abraão para Manre (força), ou caminho de Ló para Sodoma (destruição). Tempo de decidir está se esgotando rapidamente.




